Quarta-feira, Maio 16, 2012

Construcard



A Ekotijolos agora disponibiliza seus produtos para compra por meio do Construcard da Caixa Econômica Federal. Financie a compra de seus materiais em até 58 vezes, com as menores taxas de juros do mercado. Clique aqui, entenda como funciona e saiba como adquirir seu Construcard.

Quinta-feira, Maio 03, 2012

Made In Forest



Agora a Ekotijolos tem um perfil Made In Forest, a rede social ambiental. Visite nosso perfil e baixe nosso folder!

Quarta-feira, Abril 04, 2012

Residencial Village da Mata - Bela Vista de Goiás

Abaixo, as fotos de um dos nosso clientes. Trata-se de uma construção residencial em que serão consumidos aproximadamente 16 milheiros do tijolo de dimensões 30cm x 15cm x 7,5cm. Como pode-se ver pelas fotos, além de já se perceber as vantagens estéticas da aplicação do tijolo (paredes alinhadas), percebe-se também que o mesmo propicia uma construção limpa e organizada. Para visualizar mais fotos, vá na seção Galeria. Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior.
















Quinta-feira, Março 22, 2012

Water No Get Enemy [Fela Kuti]

Em 1975, em sua música Water No Get Enemy, o sempre vanguardista Fela Kuti, nigeriano, músico e ativista político e social, já dizia sobre a importância da água. Muitíssimo atual!
Mais uma para o dia mundial da água.


Dia mundial da água: ótima ocasião para refletir

No dia mundial da água, mais do que simplesmente lembrarmos a importância da água, devemos de fato agir.
Nós da Ekotijolos, buscamos ser o mais transparentes possível, ao contrário de muitos outros fabricantes, não só de tijolos, mas de produtos que se dizem ecológicos ou sustentáveis. Como toda atividade humana, a atividade de fabricação de tijolos de solo-cimento provoca impactos sim. Esses impactos NÃO podem ser resumidos à questão da queima ou não de combustíveis:
  • Existe extração de matéria-prima, a qual, além de contar com a retirada de recursos naturais, provoca também emissão de gases poluentes, uma vez que para tal processo são utilizadas máquinas (escavadeiras, carregadeiras, caminhões, etc);
  • O cimento utilizado em sua composição gera emissão de gases poluentes em sua fabricação e transporte;
  • Na manufatura do produto, consome-se energia elétrica e água;
  • Depois de pronto, o produto permanece um tempo sobre pallets, os quais são feitos de madeira e, posteriormente, são embalados com plástico, ambos provenientes de recursos naturais que são extraídos e processados de forma a causar impactos;
  • Ao ser levado até o consumidor final, o emite-se gases poluentes através da queima de combustíveis dos meios de transporte.
Portanto, dizer se algo causa impacto ou não é mais abrangente do que se pensa: tem que se pensar em todas as etapas da produção, partindo da retirada da matéria-prima e indo até a entrega do produto ao consumidor final.
Assim sendo, como se pode ver, o tijolo de solo-cimento não se isenta de causar impactos. Então, por que o chamam de tijolo ecológico? A bem da verdade, o tijolo de solo-cimento tem sim um viés ecológico e, apesar de causador de impacto, ele causa menos danos à natureza do que qualquer outro produto similar.
Quando comparado ao tijolo queimado convencional, este retira sua principal matéria-prima, a argila, de áreas às margens de rios, provocando assoreamento do mesmos, bem como emissão de gases poluentes, tanto na retirada da argila com máquinas, quanto na queima de madeira como combustível nos fornos; além disso, a derrubada de madeira faz com que, diminua-se a quantidade de vegetais realizadores de fotossíntese, produzindo-se menos oxigênio ao planeta.
Já o tijolo de solo-cimento utiliza terra não argilosa, o que evita o assoreamento de rios, provocando, sim, emissão de gases poluentes através das máquinas utilizadas para sua retirada, porém, não derrubando e queimando árvores para sua produção; o cimento que entra em sua composição, é gerador de emissão de gases poluentes, mas, nesse caso, como sua proporção na mistura é pequena, 10% a 20%, tem-se uma quantidade baixa de emissão relativa a ele. Além disso, existe hoje um cimento menos impactante, o cimento tipo CPIII, que utiliza rejeitos de siderúrgicas, reciclando-os e diminuindo a quantidade de clínquer (calcário queimado, que é o que provoca emissão de gases poluentes no processo de fabricação de cimento).
Quando comparado, ao bloco de concreto, este tem em sua composição maior porcentagem de cimento que, como dito anteriormente, é causador de emissão de gases poluentes.
Além disso, tijolos de solo-cimento, por terem a composição que têm (maior parte terra não argilosa) e por serem montados de forma que os furos se sobreponham, criando canais ocos verticais (o que promove a circulação do ar na parede por meio de corrente de convecção), propiciam às construções maior conforto térmico, evitando-se o uso de sistemas de condicionamento de ar, grandes consumidores de energia elétrica.
Dessa forma, o tijolo não se encaixa no simplista conceito de ecológico. Ele é sustentável, por ser a melhor opção que existe hoje em dia no que diz respeito ao impacto que provoca e por trazer benefícios econômicos e sociais, tanto em sua aplicação, quanto em sua utilização (construções prontas). Na busca de torná-lo cada vez melhor, nos debruçamos sobre estudos e pesquisas, com o intuito de torná-lo ainda mais econômico e ecologicamente amigável, pois a filosofia da Ekotijolos é a de melhoria contínua. Contamos também com nossos parceiros para que juntos possamos evoluir.
Nesse dia mundial da água, reflitamos e encontremos soluções para o meio ambiente!

Sexta-feira, Março 16, 2012

Lei de incentivo à produção de tijolos ecológicos em MT

Governo do estado de Mato Grosso sanciona lei (9.696) que institui o programa de incentivo e fomento à produção e comercialização de tijolo ecológico. Clique aqui e veja no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso.

Quarta-feira, Março 14, 2012

PBQP-H

O PBQP-H, Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, é um instrumento do Governo Federal para cumprimento dos compromissos firmados pelo Brasil quando da assinatura da Carta de Istambul (Conferência do Habitat II/1996). A sua meta é organizar o setor da construção civil em torno de duas questões principais: a melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva.
Para isso, o programa conta com a participação ativa dos segmentos da cadeia produtiva, agregando esforços na busca de soluções com maior qualidade e menor custo para redução do déficit habitacional no país.
Essa participação ativa do setor, construída pelo consenso entre entidades, parte de uma adesão voluntária ao programa, por meio de um processo de sensibilização e agregação do segmentos produtivos, buscando-se responder aos diagnósticos sobre os problemas existentes no setor da construção civil, respeitando as diferenças dos setores envolvidos e as desigualdades regionais.
Veja os grupos dos principais agentes do PBQP-Habitat e como sua organização pode participar do Programa, inserindo-se em um desses perfis:
  • Contratante: setor público, atuando por meio de Termo de Adesão e Acordo Setorial, firmado entre os agentes da cadeia produtiva e o PBQP-Habitat, prevendo o desenvolvimento de ações que integram o programa;
  • Agentes do Setor: fabricantes de materiais e componentes, atuando por meio de um Programa Setorial de Qualidade (PSQ), que é elaborado, operacionalizado e acompanhado numa parceria entre setor público e privado; empresas de serviços e obras, por meio da participação no SiQ / SiAC - Sistema de Qualificação de Empresas de Serviços e Obras / Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras, além do Acordo Setorial, em que são definidos os prazos e metas para a qualificação das empresas em cada unidade da Federação;
  • Instituições: agentes financiadores e de fomento, pela participação em projetos que busquem utilizar o poder de compra como indutor da melhoria da qualidade e aumento da produtividade do setor da construção civil. Incluem-se aqui os agentes de fiscalização e de direito econômico, pela promoção da isonomia competitiva do setor, por meio de ações de combate à produção que não obedeça às normas técnicas existentes, e de estímulo à ampla divulgação e respeito ao Código de Defesa do Consumidor;
  • Consumidores: exercendo seu direito de cidadania ao exigir qualidade dos produtos e serviços do setor da construção civil, e utilizando seu poder de compra ao dar preferência às empresas que tenham compromisso com os sistemas de qualidade do PBQP-Habitat.

Fonte: Página Web do PBQP-H

Segunda-feira, Março 12, 2012

Exija Tijolos Testados!

Os tijolos de solo-cimento, como qualquer outro produto normatizado, devem seguir padrões em seus processos produtivos e em ensaios para testes.
De acordo com a norma ABNT NBR 10836, vigente desde 1.994, os tijolos de solo-cimento devem passar por ensaios de resistência a compressão e absorção de água. Cada ensaio deve ter o mínimo de 10 amostras, para lotes de até 10.000 tijolos, e para lotes maiores que 10.000 tijolos, o número de amostras segue a seguinte fórmula:

10 amostras + quantidade de tijolos / 10.000

Exemplificando: para um lote de 22.000 tijolos, a quantidade de amostras a serem testadas em cada ensaio é de 10 + 22.000 / 10.000 = 12 tijolos.
O ensaio é a garantia de que o produto que você, consumidor, compra obedece a padrões mínimos de segurança e qualidade. Portanto, exija o laudo de testes em seus tijolos antes de efetuar a compra! Um tijolo mal fabricado perde todos os diferenciais que o produto deveria ter, sem contar que, dessa forma, a empresa não se preencheria os requisitos que fariam dela uma organização de fato sustentável (ver postagem sobre critérios de seleção de produtos e fornecedores sustentáveis).

Quinta-feira, Março 08, 2012

Hidroponia


A antiga Mesopotâmia, cujo nome procede da localização entre os rios Tigre e Eufrates, foi o local onde se encontrou vestígios de poços e canais para irrigação pela primeira vez na história. Na Babilônia, os jardins suspensos da rainha Samíramis foram construídos com base na hidroponia. Posteriormente, a partir do século XVII, vários estudos foram realizados para se verificar quais eram os nutrientes de que as plantas necessitavam em seu crescimento.
O termo hidroponia, hydro, água, e ponos, trabalho, ou seja, trabalho na água, foi primeiramente utilizado em 1940 pelo Dr. Willian Frederick Gericke, da Universidade da Califórnia. Ele desenvolveu uma técnica de cultivo sem solo onde se cultivou frutas, cereais, flores e tubérculos em larga escala e apresentou um trabalho no qual pesquisou a fisiologia, nutrição e crescimento das plantas. Ele aprimorou a técnica e definiu um nome para esta ciência.
A hidroponia é uma técnica ou ciência utilizada para cultivar plantas sem a presença de solo, transferindo os nutrientes que a planta necessita somente por meio de solução aquosa enriquecida, que dará subsídio para seu desenvolvimento. Essa água será uma solução balanceada, rica em nutrientes, com a presença de elementos como nitrogênio, fósforo, potássio, dentre outros, de acordo com cada espécie vegetal. Tem-se o controle rigoroso do pH e da concentração dos nutrientes para que o vegetal cresça nas melhores condições possíveis. A técnica também é adaptada conforme a região onde as plantas serão cultivadas em razão das diferenças climáticas, escassez de água ou falta de nutrientes.
Os nutrientes não minerais como carbono, hidrogênio e oxigênio são provenientes da água e do ar atmosférico. Já os macronutrientes como fósforo, cálcio, magnésio, enxofre e os micronutrientes como cloro, manganês, ferro são adquiridos pelas raízes. Assim, as plantas na hidroponia ficam com as raízes suspensas a, aproximadamente, um metro do solo num meio aquoso rico com os nutrientes necessários para o crescimento da planta.
Além disso, existem maneiras de se praticar a hidroponia. As raízes podem ficar suspensas em meio líquido ou apoiadas em substrato inerte.
Esse sistema possui muitas vantagens como economizar água, energia e espaço, além de produzir alimentos mais saudáveis, de qualidade superior. Como é cultivado em estufas, fica livre de insetos e outros animais que poderiam parasitar as plantas. Além disso, contaminantes do solo também são evitados, não havendo necessidade de utilizar algum tipo de tóxico no combate de pragas. A nutrição é diária, ou seja, as plantas recebem as quantidades ideais de nutrientes necessários para seu crescimento forte e saudável diariamente. Para o produtor, o trabalho se torna mais leve e limpo, o manuseio das plantas é facilitado, pois não necessita abaixar-se para colher em virtude da altura em que os vegetais são cultivados. E não é necessário preocupar-se com rotação de culturas.
Com a quantidade de nutrientes disponibilizada, as plantas crescem mais rapidamente, o que aumenta o interesse comercial. Atualmente, a hidroponia é bem difundida, possui muitos estudos e pesquisas em universidades em face de suas vantagens e benefícios, tanto para os produtores como para os consumidores. 


Por Giorgia Lay-Ang 
Graduada em Biologia 
Equipe Brasil Escola

Fonte: Página Web do Brasil Escola


PS: Em breve postaremos fotos de um de nossos clientes que está com seu galpão para hidroponia ainda em fase de construção.

Quarta-feira, Março 07, 2012

Facebook e Twitter Ekotijolos



Visitem!

Selo Casa Azul



A Caixa lançou em 2009 o selo Casa Azul. Trata-se de um guia para boas práticas relativas à sustentabilidade na habitação. Empresas construtoras que se interessarem pela certificação, devem consultar a Caixa.
O guia encontra-se disponível nas versões impressa e digital. No site do CBCS está disponível o link para download da versão digital.

Segunda-feira, Fevereiro 06, 2012

6 Passos Para a Seleção de Insumos e Fornecedores Sustentáveis

Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), é uma sociedade civil que tem como missão promover a melhoria de qualidade de vida da população brasileira e a preservação de seu patrimônio natural, pelo desenvolvimento e implementação de conceitos e práticas mais sustentáveis e que contemplem as dimensões social, econômica e ambiental da cadeia produtiva da indústria da construção civil.
Com o intuito de auxiliarem pessoas e empresas a selecionarem produtos e fornecedores sustentáveis, eles criaram os 6 Passos Para Seleção de Insumos e Fornecedores com Critérios de Sustentabilidade. Veja-os abaixo:


1) Verificação da Formalidade da Empresa Fabricante e Fornecedora
A formalidade da empresa fabricante ou fornecedora de produtos e serviços pode ser verificada junto à Receita Federal por meio do número do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Se o CNPJ de uma empresa não é válido significa que o imposto não está sendo recolhido ou que a empresa não tem existência legal. Em princípio, o CNPJ deve estar impresso na embalagem, no produto ou na nota fiscal. Caso o CNPJ não esteja disponível (produtos vendidos em quantidades menores que a embalagem do fabricante ou a granel, por exemplo), é necessário consultar a revenda, o importador ou o fornecedor. Caso o CNPJ seja válido, o sistema retorna o nome completo da empresa e o estado da Federação onde a unidade fabril está localizada. Caso o CNPJ não esteja ativo ou válido, o fornecedor deverá ser descartado.
Atenção: no caso de produtos importados, é fornecido o CNPJ da empresa importadora ou distribuidora e não do fabricante. Neste caso, é possível que a fabricante do produto seja informal.


2) Verificação da Licença Ambiental
Nenhuma atividade industrial pode operar legalmente sem licença ambiental, concedida pelo órgão ambiental estadual. A existência da licença não é garantia contra impactos ao meio ambiente, mas a sua ausência praticamente elimina qualquer possibilidade de respeito à lei. Alguns órgãos da federação possibilitam a consulta através do nome completo da empresa e da unidade da federação, enquanto outros órgãos exigem o fornecimento do número do processo de licenciamento. Caso o órgão da federação só possibilite a consulta da licença ambiental através do número do processo, solicite ao fabricante uma cópia da licença ou número do protocolo e confirme a validade.
Atenção: Não há como verificar diretamente a licença ambiental de produtos importados. Neste caso consulte o fornecedor e peça informações e detalhes sobre a licença ambiental do fabricante dos produtos importados.


3) Verificação das Questões Sociais
O trabalho infantil, o trabalho escravo, o trabalho em condições precárias de higiene, com jornadas excessivas e sem alimentação adequada devem ser combatidos. Produtos nacionais e importados que empreguem mão-de-obra nessas condições devem ser evitados e banidos do mercado. Esse critério é eliminatório no caso da empresa fabricante ser identificada em listas de empresas nacionais já autuadas.
Atenção: Para produtos importados há que se ter atenção à mão-de-obra e condições de trabalho da empresa. Peça ao importador informações e detalhes que possam ser verificados.

Lista de empresas nacionais autuadas por exploração de mão-de-obra infantil. Não consta o nome da empresa, mas consta o endereço completo da mesma, bem como o tipo de atividade: 

Lista dos empregadores que mantiveram ou mantém condições de trabalho inadequadas, trabalho escravo, condições precárias de higiene ou alimentação inadequada:


4) Qualidade e Normas Técnicas do Produto
A baixa qualidade dos produtos é uma fonte importante de desperdício. Produtos que não apresentam desempenho adequado acabam sendo substituídos, gerando custos e resíduos. As normas técnicas são o critério mínimo de qualidade vigente e seu respeito é obrigatório no Brasil. Verifique se o fornecedor está na lista de empresas qualificadas pelo PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), um programa do governo federal que acompanha a qualidade de um grande número de setores, a relação dos fabricantes que produzem em conformidade e não conformidade às normas técnicas da ABNT.
Alguns produtos tradicionais ainda não fazem parte do PBQP-H. Caso o setor não conste no PBQP-H, as recomendações das Entidades Setoriais sobre o padrão de qualidade do produto devem ser consultadas.
Uma exigência para credenciamento de fornecedores no cartão BNDES é o atendimento ao PBQP-H para compra de materiais, componentes e sistemas construtivos de construção civil:

“No caso de materiais, componentes e sistemas construtivos destinados à construção civil, as empresas fabricantes deverão estar qualificadas no Programa Setorial da Qualidade (PSQ), no âmbito do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), do Ministério das Cidades, ou que apresentem certificação no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), emitida por Organismo de Certificação de Produto (OCP) acreditado pelo INMETRO.”

Produtos inovadores não dispõem de norma técnica nacional, logo é necessário exigir uma avaliação realizada por entidade de terceira parte. 

Atenção: No caso de produtos importados, verifique se as leis do Código de Defesa do Consumidor e as recomendações das entidades setoriais brasileiras foram obedecidas. 


5) Consultar o Perfil de Responsabilidade Socioambiental da Empresa
A Responsabilidade Social Empresarial (RSE) está além do que a empresa deve fazer por obrigação legal. A Responsabilidade Social é a tradução e incorporação dos valores e compromissos das empresas em todas suas formas de relações em seus negócios. Podemos dizer que a RSE pode promover negócios sustentáveis, que por sua vez, são conscientes dos impactos positivos e negativos no campo econômico, social e ambiental, sejam eles gerados pelo negócio ou pela sociedade, procurando gerenciar os riscos e as potencialidades ou oportunidades que estão presentes na empresa e na sociedade.
A sustentabilidade não está só na empresa ou na sociedade, com os patrões ou com empregados, com as pessoas ou com o meio ambiente, mas nas relações que se estabelecem em todos os níveis e em toda cadeia do negócio. Portanto, a melhor forma de avaliar a RSE de fornecedores é através do relacionamento e de toda forma de realizar o negócio. É assumir uma co-responsabilidade dos insumos e serviços adquiridos, assim como tornar sua própria prática transparente para a sociedade.


6) Identificar a Existência de Propaganda Enganosa
É necessário que o cliente confirme a consistência e relevância das afirmações de eco-eficiência dos produtos e processos declarados pelos fornecedores. Mesmo produtos certificados podem levar a equívocos: qual o critério da certificação? Estes critérios são públicos? Qual a seriedade do processo?
Lembre que pequenos avanços produzidos em grande escala geram mais benefícios que grandes avanços aplicados a uma pequena parcela da produção. Procure julgar a eco-eficiência global da empresa e não apenas do produto de interesse. Da mesma forma, a certificação da empresas não pode ser confundida ou aplicada a produtos.
A seguir apresentamos um roteiro para identificar a propaganda enganosa:

Disfarçar aspectos negativos do produto destacando aspectos positivos
Omissão dos problemas ambientais ou eventuais limitações de produto.

Falta de provas
O fornecedor não apresenta quaisquer documentos de terceira parte que sustentem suas afirmações e que possam ser verificados.

Imprecisão
Informações genéricas e imprecisas, que geram dúvida quanto ao real benefício ambiental do produto durante todo o seu ciclo de vida. Exemplos: “100% Reciclável” ou “Produto Reciclado”: Existe estrutura ativa de reciclagem? Qual a fração da matéria-prima que é resíduo? “Produto ecológico” ou “Produto Sustentável” sem declarar sua composição (afirmação como resinas sintéticas, cargas e aditivos não dizem muito) e demonstrar claramente quais as vantagens em relação ao concorrente.

Irrelevância
São declarações que não contribuem para informar sobre o desempenho do produto ou que anunciam como vantagens conquistas ambientais disseminadas no mercado. Em alguns casos o benefício não está associado ao principal impacto ambiental do produto. Exemplos são: tinta “fabricada com pigmentos naturais”, sendo que a resina, os voláteis e os biocidas são normalmente os principais problemas ambientais de tintas; “não contem voláteis”, para produtos cerâmicos e metálicos, que realmente não apresentam essas substâncias em sua composição; ou mesmo “reforçado com fibras vegetais”, para materiais que passam por processo de queima em elevadas temperaturas, o que leva a matéria orgânica a se decompor. São declarações ambientais que parecem ser positivas, mas na realidade não representam informações úteis ou verdadeiras.

Meias verdades
O fornecedor apresenta declarações exageradas, afirmações falsas ou apenas os resultados favoráveis. Exemplos: “Fabricado com 90% de matéria-prima reciclada” sem informar sobre a baixa durabilidade; “Produto natural” sem mencionar a presença de estabilizantes, corantes.

O menos ruim
Apresenta uma vantagem irrelevante para um produto com desempenho ou eco-eficiência baixa (ex.: inseticidas ou herbicidas orgânicos, cigarro orgânico).



Fonte: Página Web do CBCS

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Quarta-feira, Fevereiro 01, 2012

Sejam Bem-Vindos!

Sejam bem-vindos ao blog da Ekotijolos!

Por meio deste canal, manteremos todos informados sobre as novidades de nossa empresa e de tudo aquilo que se relaciona à sustentabilidade. Esperamos também fazer desse espaço um local para troca de ideias. Portanto, sinta-se à vontade! Participe! Vamos juntos pensar soluções que ajudem a melhorar nosso planeta!